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A mostrar mensagens de fevereiro, 2025

Liveries: Época de 2025

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      Chegou esta altura do ano, a altura de avaliar as liveries (pinturas) dos carros para a época de F1 que está prestes a começar. Este ano foram todas lançadas no mesmo dia, 18 de Fevereiro, num novo evento que divide opiniões. Eu não vi, até porque não me interessa o evento em si e sim os carros e as pinturas para este ano.  Vou organizar em inverso do que fiz no ano passado, começando pela que menos gosto até à minha favorita.  Sendo assim, vamos lá começar a avaliar. 10º Lugar - Sauber (4/10)     Muitos dos problemas que tinha com a pintura do ano passado mantêm-se. A do ano passado dei um valor mais baixo, um 3, mas se fosse agora teria dado um 4, ou até talvez um 5. A de este ano considero inferior a essa. O fade do verde para o preto não está muito bem executado e os meus problemas com este tom de verde mantêm-se, apesar de que aí não existe grande alternativa para a equipa.     No geral, é uma pintura muito básica, mas naquele sent...

RAIVA - Teatro Pax Julia (14 de Fevereiro de 2025)

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     RAIVA é uma peça de teatro que tive o prazer de ver em pleno Dia dos Namorados. A última parte não é relevante, sendo apenas um facto curioso sobre o dia, que contrasta imenso com a narrativa que temos em mão. Tal como é dito na sinopse da obra, esta é uma história focada numa relação entre uma mãe, em idade sénior, e uma filha, adulta. O mais curioso é isto ser baseado numa relação real, que foi parcialmente exposta no álbum ilustrado NÃO TE AMO MÃE , com ilustração de Cristina Viana e o texto a ser da autoria de Gisela Cañamero, com esta última a ser a arquiteta desta mesma obra de teatro, adaptando-a para esta realidade.     Posso afirmar que o facto de ser baseado numa relação real faz completo sentido, já que é um texto rico em detalhes e, através da performance das atrizes Luzia Paramés, mãe, e Sara Castanheira, filha, se traduz num verdadeiro estudo sobre o ódio que nasce e floresce dentro de famílias. Estas duas personagens, que partilham um d...

Poesia Virtual

Esta é a história do Luís, o operário Que passa a vida no trabalho Quando se encontra no seu domicílio Não tem ninguém ao seu auxílio Passa a vida a olhar para o ecrã À procura de uma pessoa sã Não encontrou ninguém assim No meio de todo aquele frenesim Quando estava prestes a desistir Eis que a humanidade o veio assistir Encontrou a pessoa perfeita Que não era bem uma pessoa feita O que o Luís não sabia É que ali havia uma intriga Não era uma pessoa original Era inteligência artificial Uma existência sem destinatário Constituída por código binário Mas o Luís não a via assim Apaixonou-se por um manequim Engendrada por engenheiros informáticos Que seguem ordens de excêntricos milionários Para explorar alguém como o Luís Que se sente sozinho e infeliz Quem sabe quando é que isto vai parar Enquanto der dinheiro não vai acabar Um casamento com inteligência artificial Numa realidade surreal-virtual E com esta nova eu me despeço Tiveram um filho e mandaram-me o endereço! - Miguel Caetano Cae...

A situação do Franco Colapinto e Jack Doohan na Alpine é ridícula

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      A Alpine conseguiu construir a única situação relevante durante a época baixa de notícias relacionadas com a Fórmula 1 e, por isso, tenho de lhes agradecer. Vou falar sobre a situação do Jack Doohan na equipa francesa, mas primeiro vou dar contexto acerca deste piloto. Foi contratado em Agosto de 2024, sendo promovido dentro da equipa, já que era um dos pilotos que faziam parte da academia da Alpine desde 2021, quando esta foi estabelecida. Natural da Austrália, nascido em 2003, Doohan não venceu nenhum dos campeonatos júniores abaixo da F1, tendo ainda assim obtido um 2º lugar na F3 asiática em 2019-20, 2º lugar na F3 em 2021 e 3º lugar na F2 em 2023. É um piloto reserva da Alpine desde 2022, e estreou-se numa corrida pela Alpine em Abu Dhabi, no final da época passada, de 2024.     Um trajeto respeitável, com alguns pódios em diferentes competições. Não é tão impressionante como outros pilotos que estão na grelha, mas existe um número finito de campeonat...

A Complete Unknown

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    A Complete Unknown , ou Um Completo Desconhecido na língua de Camões, é uma biografia sobre a vida de Bob Dylan, focando-se em específico no início da sua carreira, quando se mudou para Nova Iorque com 19 anos de idade, até ao início do estrelato e a controvérsia com a introdução de instrumentos electrónicos na sua música, algo radical na altura já que este tipo de instrumentos estavam na sua infância e a sua apreciação não era ainda geral, muito menos dentro da música folk.     Não vou meter isto por meios termos, este filme é absolutamente fantástico. Não posso dizer que era um enorme fã do Bob Dylan antes de ver o filme, mas todas as músicas que tinha ouvido dele antes tinha gostado, e posso dizer que este filme fez de mim um fã. E fiquei ainda mais fã do Timothée Chalamet, que teve uma performance digna de um Óscar, que espero que ele vença em Março de 2025 e, assim, da próxima vez que falar aqui sobre um filme dele, posso dizer que sou um visionário e um do...